Você sabe o que tem.
Não sabe por que não passa.

O nome organiza.
Não explica por que isso se repete.

Psicanálise para quem sente que algo não está funcionando, mas ainda não sabe o quê.

Vamos conversar
Raphael Inácio, psicanalista

O que se repete
tem uma lógica.

Pode ser a mesma briga em relacionamentos diferentes. Com pessoas diferentes, em contextos diferentes, mas com o mesmo fim. A mesma dificuldade de decidir quando o que está em jogo é você. Fazer algo que não queria fazer, perceber que não é a primeira vez, e não entender por quê continua acontecendo.

Às vezes não é tão visível. É chegar no domingo à noite com um peso que não tem explicação. É travar numa conversa que parecia simples. É funcionar bem em quase tudo e ainda assim ter a sensação de que algo não está no lugar.

Não precisa ser uma crise.
Só precisa ser algo que se repete.

Sem roteiro.
Sem protocolo.

O trabalho começa pelo que você traz. Não pelo que eu acho que deveria ser trabalhado.

Cada análise tem seu próprio ritmo. O que emerge numa sessão determina o que acontece na próxima. Não há conselhos, não há metas. Só o que aparece e o que, juntos, conseguimos entender.

As sessões são semanais, com 50 minutos cada. Online ou presencial, o que funcionar melhor para você.

O WhatsApp fica disponível entre as sessões. Quando algo aparecer, você pode mandar mensagem ou áudio. Respondo pontualmente, sem substituir a sessão.

Imagine que você está em um barco. Esse barco é a sua vida: seus padrões, suas escolhas, o jeito como você funciona no mundo. Em algum momento, enquanto você navega, o barco simplesmente não vai mais para onde você quer.

Outras abordagens

Ajudam você a consertar o barco para seguir em frente. O foco está no sintoma, no que está visível. O objetivo é funcionar melhor, mais rápido.

Psicanálise

Ajuda você a consertar o barco para ir onde quiser. O foco está na causa. O objetivo é que você entenda a lógica do que acontece e passe a ter escolha sobre isso.

Consultório de Raphael Inácio, psicanalista em São Paulo Raphael Inácio · Psicanalista

Cheguei à psicanálise como paciente, não como estudante. Um amigo percebeu que eu estava diferente de mim mesmo e sugeriu que eu procurasse ajuda. Relutei um pouco, mas fui.

O que aconteceu na primeira conversa não foi nenhuma revelação, foi uma pergunta que me deixou pensativo sobre como eu encarava as coisas, e isso não saiu da minha cabeça. Iniciei a análise para entender o porquê.

Depois de um ano em análise, usei sem perceber uma forma de pensar que tinha aprendido no processo durante uma conversa com meu pai. Ele ficou pensativo, eu expliquei o que era a análise e ele aceitou fazer. Em três meses, ele já tinha um olhar diferente para a própria vida. Foi isso que me fez querer entender o que havia acontecido com os dois.

Sociedade Paulista de Psicanálise · Atendimentos desde 2018 · Online e presencial

Conheça o Raphael Inácio

Durante a sessão, a teoria não é usada para encaixar na história. Me interessa o que está acontecendo ali.

É uma conversa, não uma triagem. Você fala do que está acontecendo, eu começo a entender o que está em jogo, e tiro suas dúvidas sobre o trabalho. Não tem formulário, não tem teste. O que emerge ali já é parte do processo. No final, você decide se quer começar.

Não. Muita gente chega sem diagnóstico nenhum. Outras têm um diagnóstico mas sentem que ele não explica muita coisa. Nos dois casos, o ponto de partida é o mesmo: entender o que está por trás.

Isso é o mais comum. A maioria das pessoas que me procuram não está em crise. Só sente que algo não está funcionando, mas não sabe exatamente o quê. A psicanálise não espera você chegar no fundo. Ela trabalha com o que já está ali.

Depende. Cada pessoa tem sua história, e isso muda tudo. Alguns temas se movem em meses. Outros foram construídos ao longo de anos e pedem mais tempo para ser compreendidos. O ritmo é definido no processo, não antes dele.

Sessões semanais por videochamada, com 50 minutos cada. O contato entre sessões é pelo WhatsApp. Para funcionar bem, você precisa estar num lugar reservado, onde possa falar sem interrupção.

Não. Atendo de forma particular. Se o valor for uma preocupação, podemos falar na primeira conversa.

Se algo aqui fez sentido, vale uma conversa.

Você tira suas dúvidas, eu entendo o que está acontecendo, e você decide se quer seguir.

Vamos conversar